segunda-feira, 12 de março de 2018
domingo, 11 de março de 2018
Visitei a barragem de Fagilde, perto de Viseu.
O caminho por aldeias muito bonitas, casas de granito , capelas antigas, pelourinhos e gente do campo, é agradável e recorda o mundo rural, acolhedor, simples e fraterno de outros tempos.
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A barragem de Fagilde passou para os telejornais no ultimo ano por ser um sitio onde AINDA se pode encontrar um liquido precioso, a ÁGUA.
Em breve, a continuar a rarear desta forma o liquido essencial á vida, um mero copo de agua, meio cheio ou meio vazio, vai ser noticia de telejornais, quando a agua passar a ser uma mera miragem.
A albufeira da barragem tem agora água mas ainda está bastante assoreada.
A fabrica de papel PEXTRAFIL foi, em tempos, uma muito importante unidade empresarial e geradora de emprego desta região.
Em miúdo, sabia de uma gaveta onde havia mortalhas para cigarros, da marca Pextrafil e fartava-me de brincar a retirar os papelinhos de seda , um a um, até dar cabo por completo de cada embalagem do tamanho de um pacote de açúcar, pouco mais.
A ainda entrada da fabrica de papel Pextrafil.
E, depois deste curto mas agradável passeio, nada melhor que apreciar o cetáceo.
Mais uma lampreia, para a conta já longa de 2018.
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A barragem de Fagilde passou para os telejornais no ultimo ano por ser um sitio onde AINDA se pode encontrar um liquido precioso, a ÁGUA.
Em breve, a continuar a rarear desta forma o liquido essencial á vida, um mero copo de agua, meio cheio ou meio vazio, vai ser noticia de telejornais, quando a agua passar a ser uma mera miragem.
A albufeira da barragem tem agora água mas ainda está bastante assoreada.
A fabrica de papel PEXTRAFIL foi, em tempos, uma muito importante unidade empresarial e geradora de emprego desta região.
Em miúdo, sabia de uma gaveta onde havia mortalhas para cigarros, da marca Pextrafil e fartava-me de brincar a retirar os papelinhos de seda , um a um, até dar cabo por completo de cada embalagem do tamanho de um pacote de açúcar, pouco mais.
A ainda entrada da fabrica de papel Pextrafil.
E, depois deste curto mas agradável passeio, nada melhor que apreciar o cetáceo.
Mais uma lampreia, para a conta já longa de 2018.
segunda-feira, 5 de março de 2018
90º aniversário de Carlos Costa, membro ilustre do Trio Odemira
Um almoço comemorativo dos 90 anos do amigo Carlos Costa, na passada sexta-feira, dia 3 de Março, entre amigos que se costumam encontrar sem necessitarem de outros motivos, sempre organizados pelo nosso querido Antonio Baptista Lopes, editor da Ancora.
José Ruy
Carlos Costa, do Trio Odemira, o conjunto que quando eu tinha oito anos e venci o concurso das Construções na Areia / DN, na Figueira da Foz, me entregou, á noite no Casino, o prémio, a minha primeira bicicleta !
domingo, 4 de março de 2018
Pedro Barroso no Tivoli BBVA - um concerto para não mais esquecer
Foi uma noite para encher os sentidos de sensações boas, coisas que só se usam ou se levam á mesa em dias muito especiais.
Uma imensa manta de amizade envolveu tudo e todos. O palco, os músicos, o Pedro, a plateia, os corredores do Tivoli e, penso, que ainda deu para ser sentida por quem, a essa hora, descia calmamente a avenida da Liberdade.
Sim, porque foi também, para além de um longo hino á amizade, outro imenso hino á liberdade.
Aconchegadinhos e todos envoltos na manta de amizade, saborearam-se nectares raros que só os poemas bem escritos e depois muito bem ditos, deixam exalar.
Os sentidos tocaram ao de leve, para não as estragar, as canções que desde sempre andaram e andam nos corações e nas gargantas daquela gente, muita, que encheu o Tivoli.
Os olhos puderam descansar na tranquilidade do palco, na sobriedade e iluminação quanto bastasse e na postura discreta mas sempre dando sinais de amizade e vivas á liberdade de todos os que estavam em palco. Houve vezes, em que os sentidos ficaram em alerta, por uma luz vertical, por outra transversal ou por outra ainda lá de trás, que o poeta, escritor, amigo, sonhador, cantor, musico e ... não, engatatão era o Antonio, no dizer dele, a quem a assistência desta noite no Tivoli prestou uma sentida homenagem feita de muitas palmas, aquela que a imprensa, as rádios e televisões se esqueceram de fazer quando nos deixou. Ou não tiveram tempo ocupados que estariam com as coisas mesquinhas que por aí andam.
Foi noite de reviver e recordar com o coração o nosso Zeca. De inconfidências calculadas e não abusadas. De Leiria para cima, todos nós fomos esta noite de esquerda. Até um antigo ministro das finanças que, felizmente para ele, á esquerda não deve nada. E fez questão de também estar connosco no camarim do Pedro, no final daquela noite memorável. É que, felizmente, as pessoas não são os rótulos que lhes colocam ou que querem usar.
Pessoas são ..., como se explica? ... como posso definir? ... pessoas são ... já sei, gente como o Pedro, enormes no sentir, grandes no saber, no dar, no abraçar, no saber ser digno de receber, ... são fraternas, pois então.
E por aqui tenho que ficar. vou colocar um cd que o Pedro já fez mais um favor de me dedicar e assinar.
Se as imagens valem por muitas palavras, as palavras do Pedro valem por muitas imagens, cada uma.
Abraço ó meu irmão Belenenses !
Sempre gostei de chegar cedo e ver a "casa" compor-se, encher.
E assim foi ficando .
Até que o palco ganhou vida e o Tivoli se juntou, palco e plateia num só.
E foi a hora de visitar o Pedro, já no camarim mas ainda sem o quarto de hora de descanso recomendável mas por ele sempre adiado.
No camarim, o grupo de amigos, com o Pedro Barroso, logo após o espectáculo.
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