segunda-feira, 14 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Os alemães não brincam e os portugueses tacanhos estão na moda !
Em todo o lado há pessoas civilizadas, cultas, educadas, com valores de cidadania, solidarias, e ... pessoas que, por vezes, não são nada disto.
Mas, na grande maioria dos casos há, sobretudo, pessoas que num dia são capazes de ser tudo isto e profundamente boas e orientadas por valores muito nobres e, no dia seguinte, são capazes de fazer quase o seu oposto.
A educação ajudará muito a minorar estas alternâncias e os comportamentos reprováveis.
O apego aos valores essenciais da vida em comum, em sociedade, em democracia, tolerância e liberdade, em muito ajudarão mas, é por demais evidente que pessoas são pessoas e , mesmo aquelas por quem se poderia dizer que poríamos as mãos no fogo, em circunstancias diversas, muitas vezes nos deixam queimar.
Portugal era, nas décadas de cinquenta e sessenta, no pós guerra, um país pobre, muito pobre mesmo, sobretudo nas regiões do interior, com um grau elevadíssimo de analfabetismo, falta de bens essenciais, com largas zonas de fome, penúria mesmo. Os chamados, nessa altura, oficialmente, como "remediados", tinham uma vida penosa para assegurar a subsistência própria e da família mais chegada.
Ser "remediado", mais tarde a chamada "classe média", era conseguir subsistir, com muita dificuldade.
A falta de bens importados em Portugal e a dificuldade de poder de compra para aceder aos bens existentes, levavam a exageros, quase ao êxtase, de idolatrar os poucos produtos vindos de fora a que as pessoas tinham difícil acesso. Também o êxito da recuperação da industria alemã, com a ajuda e a expensas dos Estados Unidos da América e dos Países Europeus aliados, levavam muitas vezes a falar do milagre alemão, sem ter em conta quem estava a suportá-lo, e a catalogar de excelência tecnológica tudo o que tivesse origem alemã, sobretudo os produtos industriais.
Claro que, na Alemanha como em França, nos EUA ou em Portugal, sempre houve, tal como quando se fala das pessoas, produtos considerados do melhor, do menos mau do trapaceiro e do pior.
Para sair da crise e da destruição do pós guerra, quem queria singrar tinha de produzir, de facto, do bom e do melhor.
Mas aos alemães, a fama, ficou-lhes a crédito e, na ausência ainda dos gigantes concorrenciais tais como a China, Coreia do Sul, Japão, India e outros que dão cartas no mercado globalizado, ficou a assinatura " o que é alemão é bom".
Longe vão os tempos em que, em Portugal, agencias de publicidade realmente criativas mas com um elevado nível de seriedade, por exemplo a Macan Ericsson, dirigida por Vera Nobre da Costa, e muitas outras, ganhavam prémios internacionais, anualmente, uns atrás de outros. Mas tudo conseguido com uma certa escola a que os valores mais nobres não eram estranhos.
Há poucas décadas para cá, direi, uma nova era da "chico espertice", do vale tudo e das palavras feitas, ganhou terreno, está na moda e, mais grave, tende a fazer escola pela falta de capacidade da maioria das pessoas, diga-se, utilizadores ou consumidores , terem uma visão critica.
A prova evidente de tudo isto está num anuncio que não poderia ter sido menos oportuno, de uma marca de carros alemã.
Precisamente no momento em que rebentou o escândalo da batota do grupo Volkswagen, nos EUA, na Europa e um pouco por todo o mundo, manipulando a informação e avaliação da poluição em CO2, a marca alemã sai com um anuncio que acaba com um parvoíce de um jovem, pretensamente esperto e vencedor na vida, a dizer : "os alemães não brincam em serviço ...! "
Pois não brincam, não. Brincam como qualquer outro povo, aldrabam e viciam o jogo a seu favor, também, como é da história da humanidade, como quaisquer outros, gang, seita ou grupo de pessoas dentro de uma mesma nacionalidade. Nestas coisas da natureza humana, no campo dos comportamentos, das ciências sociais, todos fazem de tudo, do melhor e do pior. Uma mais, outros menos, outros apenas por excepção, mas fazem.
Admiramo-nos, por vezes, pois neste ou naquele grupo, até fundado á luz de valores, credos ou ideologias impregnadas dos mais altos valores, as coisas e os escândalos acontecem.
Acontecem pois. Tão só porque são constituídos não por máquinas formatadas mas por pessoas.
E as pessoas comportam-se de forma muito diferenciada ao passar dos dias, dos tempos, dos humores, dos desejos e das vontades. Para já não falar das ganâncias.
O que está mal no anuncio, tal como o que está mal nas políticas de obediência cega ás recomendações políticas em moda , hoje, na União Europeia para os Estados Membros menos afortunados, é tão só a tacanhez de espirito, o provincianismo bacoco que grassa nas mentes dos políticos cegamente obedientes que teimam em sobreviver e singrar á custa do rotulo tacanho e hipócrita de "bons alunos obedientes".
O que está errado no anuncio e é ofensivo para a generalidade dos consumidores europeus que não são alemães, é o pressuposto e a afirmação que "os alemães não brincam", nem se enganam, implicitamente. Acabada a exibição do anuncio, muitas vezes a primeira noticia, logo a seguir, no serviço noticioso de hora a hora, era o assumir do escândalo pela marca alemã de automóveis...
Tal como num outro anuncio em que uma assistente de bordo de uma companhia aérea, presumia-se a Lufthansa, encontrava umas chaves de um carro utilitário alemão, Opel, no chão do corredor da classe executiva e vinha perguntar á classe turística quem as tinha perdido. De seguida, era um passageiro da executiva que as reclamava e as recolhia. Para estupefacção da assistente que dizia mesmo como podem ser suas estas chaves de um carro tão vulgar viajando o senhor em classe executiva....
Este anuncio, para além de pouco inteligente para a própria marca, era extremamente ofensivo tanto para quem viajava em turística como para quem viajava em executiva, conforme o angulo de análise e o poder de encaixe de cada um.
Estranho, estranho, é que não consta que alguém se tenha insurgido publicamente contra isto. Muito menos as empresas envolvidas que pagaram toda aquela festa.
Pudera, quem as dirige já não deve ter também espírito critico nem sensibilidade. Nem dão por isso.
Carlos Pereira Martins
Mas, na grande maioria dos casos há, sobretudo, pessoas que num dia são capazes de ser tudo isto e profundamente boas e orientadas por valores muito nobres e, no dia seguinte, são capazes de fazer quase o seu oposto.
A educação ajudará muito a minorar estas alternâncias e os comportamentos reprováveis.
O apego aos valores essenciais da vida em comum, em sociedade, em democracia, tolerância e liberdade, em muito ajudarão mas, é por demais evidente que pessoas são pessoas e , mesmo aquelas por quem se poderia dizer que poríamos as mãos no fogo, em circunstancias diversas, muitas vezes nos deixam queimar.
Portugal era, nas décadas de cinquenta e sessenta, no pós guerra, um país pobre, muito pobre mesmo, sobretudo nas regiões do interior, com um grau elevadíssimo de analfabetismo, falta de bens essenciais, com largas zonas de fome, penúria mesmo. Os chamados, nessa altura, oficialmente, como "remediados", tinham uma vida penosa para assegurar a subsistência própria e da família mais chegada.
Ser "remediado", mais tarde a chamada "classe média", era conseguir subsistir, com muita dificuldade.
A falta de bens importados em Portugal e a dificuldade de poder de compra para aceder aos bens existentes, levavam a exageros, quase ao êxtase, de idolatrar os poucos produtos vindos de fora a que as pessoas tinham difícil acesso. Também o êxito da recuperação da industria alemã, com a ajuda e a expensas dos Estados Unidos da América e dos Países Europeus aliados, levavam muitas vezes a falar do milagre alemão, sem ter em conta quem estava a suportá-lo, e a catalogar de excelência tecnológica tudo o que tivesse origem alemã, sobretudo os produtos industriais.
Claro que, na Alemanha como em França, nos EUA ou em Portugal, sempre houve, tal como quando se fala das pessoas, produtos considerados do melhor, do menos mau do trapaceiro e do pior.
Para sair da crise e da destruição do pós guerra, quem queria singrar tinha de produzir, de facto, do bom e do melhor.
Mas aos alemães, a fama, ficou-lhes a crédito e, na ausência ainda dos gigantes concorrenciais tais como a China, Coreia do Sul, Japão, India e outros que dão cartas no mercado globalizado, ficou a assinatura " o que é alemão é bom".
Longe vão os tempos em que, em Portugal, agencias de publicidade realmente criativas mas com um elevado nível de seriedade, por exemplo a Macan Ericsson, dirigida por Vera Nobre da Costa, e muitas outras, ganhavam prémios internacionais, anualmente, uns atrás de outros. Mas tudo conseguido com uma certa escola a que os valores mais nobres não eram estranhos.
Há poucas décadas para cá, direi, uma nova era da "chico espertice", do vale tudo e das palavras feitas, ganhou terreno, está na moda e, mais grave, tende a fazer escola pela falta de capacidade da maioria das pessoas, diga-se, utilizadores ou consumidores , terem uma visão critica.
A prova evidente de tudo isto está num anuncio que não poderia ter sido menos oportuno, de uma marca de carros alemã.
Precisamente no momento em que rebentou o escândalo da batota do grupo Volkswagen, nos EUA, na Europa e um pouco por todo o mundo, manipulando a informação e avaliação da poluição em CO2, a marca alemã sai com um anuncio que acaba com um parvoíce de um jovem, pretensamente esperto e vencedor na vida, a dizer : "os alemães não brincam em serviço ...! "
Pois não brincam, não. Brincam como qualquer outro povo, aldrabam e viciam o jogo a seu favor, também, como é da história da humanidade, como quaisquer outros, gang, seita ou grupo de pessoas dentro de uma mesma nacionalidade. Nestas coisas da natureza humana, no campo dos comportamentos, das ciências sociais, todos fazem de tudo, do melhor e do pior. Uma mais, outros menos, outros apenas por excepção, mas fazem.
Admiramo-nos, por vezes, pois neste ou naquele grupo, até fundado á luz de valores, credos ou ideologias impregnadas dos mais altos valores, as coisas e os escândalos acontecem.
Acontecem pois. Tão só porque são constituídos não por máquinas formatadas mas por pessoas.
E as pessoas comportam-se de forma muito diferenciada ao passar dos dias, dos tempos, dos humores, dos desejos e das vontades. Para já não falar das ganâncias.
O que está mal no anuncio, tal como o que está mal nas políticas de obediência cega ás recomendações políticas em moda , hoje, na União Europeia para os Estados Membros menos afortunados, é tão só a tacanhez de espirito, o provincianismo bacoco que grassa nas mentes dos políticos cegamente obedientes que teimam em sobreviver e singrar á custa do rotulo tacanho e hipócrita de "bons alunos obedientes".
O que está errado no anuncio e é ofensivo para a generalidade dos consumidores europeus que não são alemães, é o pressuposto e a afirmação que "os alemães não brincam", nem se enganam, implicitamente. Acabada a exibição do anuncio, muitas vezes a primeira noticia, logo a seguir, no serviço noticioso de hora a hora, era o assumir do escândalo pela marca alemã de automóveis...
Tal como num outro anuncio em que uma assistente de bordo de uma companhia aérea, presumia-se a Lufthansa, encontrava umas chaves de um carro utilitário alemão, Opel, no chão do corredor da classe executiva e vinha perguntar á classe turística quem as tinha perdido. De seguida, era um passageiro da executiva que as reclamava e as recolhia. Para estupefacção da assistente que dizia mesmo como podem ser suas estas chaves de um carro tão vulgar viajando o senhor em classe executiva....
Este anuncio, para além de pouco inteligente para a própria marca, era extremamente ofensivo tanto para quem viajava em turística como para quem viajava em executiva, conforme o angulo de análise e o poder de encaixe de cada um.
Estranho, estranho, é que não consta que alguém se tenha insurgido publicamente contra isto. Muito menos as empresas envolvidas que pagaram toda aquela festa.
Pudera, quem as dirige já não deve ter também espírito critico nem sensibilidade. Nem dão por isso.
Carlos Pereira Martins
sábado, 23 de janeiro de 2016
A evolução do futebol
É absolutamente notória a evolução registada na prática do futebol desde os anos em que me deliciavam os golos históricos de Matateu, a arte subtil e sempre leal dos cortes de Vicente Lucas, para citar dois irmãos ainda hoje lendas do futebol português, ou da valente chuvada que apanhei até aos ossos no "velho" Estadio da Luz, para ver um jogo também histórico que colocou de um lado Eusébio da Silva Ferreira e do outro Johan Cruift ! Água até aos ossos mas, valeu bem a pena uma semana de constipação, a seguir.
O futebol evoluiu nos métodos, técnicas de jogo, preparação dos Atletas, técnicas de treino, infraestruturas, condições e comodidade oferecidas aos espectadores e aos Técnicos e Jogadores. É incontestável e ainda bem.
Mas, registo aqui alguma perplexidade que tenho contido já há algum tempo e, hoje, passa ao domínio publico. Um público restrito aqui aos meus amigos no facebook.
Saúdo a evolução acima descrita mas, agora, referir-me-ei a uma evolução verbal, por vezes disparatadamente pretensiosa que acaba por confundir e não prestigiar nem o futebol e quem o segue , nem quem dele faz profissão jornalística.
Vamos aos factos:
- Antigamente, um jogador entrava para jogar na equipa inicial, era ou não titular, iria ou não jogar. Há uns tempos para cá, e tem vindo a fazer escola, ridiculamente, para os meus ouvidos, um Atleta "VAI A JOGO". Começou a ser usado por um comentador, agora é o dia a dia. Nos tempos que referi, os toiros iam á praça, e ainda vão aqui ao lado no Campo Pequeno, e os Jogadores iam "JOGAR" ou ficar no banco.
- Começou também por ser um jornalista supostamente mais erudito do que aquela "malta" que só comenta futebol e faz relatos, agora, já são muitos e até Técnicos usam o "quiçá" a torto e a direito. fica um pouco ridículo embora esteja de acordo com o dicionário da língua portuguesa !
- Outra expressão que fez "escola" foi o "desfrutar". Vão e desfrutem, quase ao jeito bíblico, "ide e multiplicai-vos" !
Soa tanto pior quanto, na maioria dos casos, vem a seguir a um pontapé, bem para as nuvens, na gramática da língua portuguesa.
Ainda por cima, para agravar, hoje mesmo, ouvi num canal desportivo de televisão, um ilustre jornalista desejar que os jogadores "desfrutam" do joga, em vez de desfrutem, obviamente.
Sinceramente, é pena que , nos vários canais, não haja alguém que reveja os programas posteriormente e possa alertar alguns profissionais para estes erros, no meu tempo de escola, chamados "de palmatória".
Por ter um coração Belenenses, embora muito respeite todos os outros Clubes e admire a nobreza e os contributos de todos eles, ao longo dos anos, para formar Homens e para nos proporcionar bons momentos de lazer e a PAIXÃO indispensável á vida de cada um, vejo sem me pregar absolutamente no televisor alguns programas com Comentadores , os chamados painéis. Mas, tudo aquilo ou a maior parte, me passa um pouco ao lado pois fica restringido a três Clubes. Mas confesso que me dá gosto ouvir o rigoroso, objetivo e apaixonado Miguel (FCP), o meu amigo, excelente e corretíssimo António Simões (SLB), igualmente em qualidade, saber e objetividade o Rudolfo (FCP) e o meu bom amigo e igualmente de grande saber e qualidade Augusto Inácio, que já passou pelo comando da Equipa do Belenenses.
Mas, com as minhas desculpas a todos estes, pode o assunto em discussão em dado momento não me prender por dizer respeito a questões e intriga jornalística sobre algum desses Clubes , mas quando fala o Rui Oliveira Costa, ... , paro mesmo para o ouvir !
Talvez ainda venham a concluir que, naqueles painéis, fará falta, a bem do contraditório, uma voz independente daquele grupo tão restrito, uma voz, por exemplo, do Belenenses.
Bom fim de semana desportivo e um abraço, neste caso, Belenenses, para todos.
Carlos Pereira Martins - ex Presidente da AG do CF"Os Belenenses"
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Em memória do meu querido companheiro e Amigo Nuno Teotonio Pereira
Não há coração que tanto possa aguentar.
Partiram dois meus bons amigos em dois dias seguidos. O Almeida Santos e o Nuno Teothonio
Pereira.
Do Nuno, guardo com muita saudade os momentos e as lutas passadas na D. Carlos I
já lá vão muitos anos.
E a visita que há tempos lhe fiz em casa, ele já sem me poder ver.
Até sempre meu Amigo Nuno !
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Á memória do meu Querido Amigo Almeida Santos, hoje desaparecido com grande dor para todos os que amam a Liberdade !
Tratava-me sempre por "meu querido amigo", partilhamos cumplicidades, posições pessoais em relação a questões do dia a dia e a outras mais importantes.
Foi mais um dos meus a partir, mais uma Referencia que se vai.
Até sempre meu Bom Amigo !
domingo, 3 de janeiro de 2016
Praga 2 - Dezembro 2015
A estação central dos Correios de Praga merece uma visita, por curta que seja.
já lá tinha entrado por diversas vezes pois sempre que estou fora envio um postal ilustrado para o meu Pai e , para isso, há que comprar selos.
Os baixos relevos, em todas as paredes,
são preciosos.
E, não muito longe dos correios, há a Sopa da Cidade , também a não perder numa visita.
Na praça central que é como uma sala de visitas da cidade, o movimento é constante e falam-se as mais diversas línguas .
E, a cada passo, cada edifício, é , de facto, uma obra de arte e um regalo para os olhos.
Aqui, o famoso Relógio de Praga, já fotografado por muitos milhões de turistas e noivos. É usual, durante um casamento, os noivos irem ali fazer uma fotografia com o famoso relógio.
E, como em tantas outras cidades, uma bebida e uma visita ao Hard Rock Café local, dá sempre animo para mais uma caminhada.
Umas batidas na bateria, animam o ego de quem pratica e perdoa-se o mal que possam fazer aos ouvidos de quem por ali esteja.
A Karlov é uma das ruas mais características de Praga, com a curiosidade de ter o meu nome!
Meninas ou Senhoras bonitas, não é preciso procurar muito em Praga. A cada passo, surge um olhar bonito, uma expressão que é de facto
mais raro encontrar com tanta frequência noutras paragens e noutras cidades.
Raparigas lindas e boa comida combinam excelentemente!
Aqui a famosa coxa de ganso com puré de maçã.
O Relógio de Praga
E Monsieur Louis de Funés !
Alberto Einstein , pois então !
Franz Kafka para os kafkianos....
Campeoníssimos do Ténis
E Peter Czêck
Navratilova de novo
E até o Charlie Chaplin !
Emilio Zatopec, o medalhado olímpico da maratona, uma verdadeira lenda!!!!!
Ivan Lendl e Navratilova
Subscrever:
Mensagens (Atom)


